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Extreme-Go-Horse - XGH

Atualizado: 29 de jul. de 2020

Hoje trago a vocês um Business framework que talvez seja o mais utilizado em todas as empresas, a boa prática das boas práticas. Esse framework é utilizado por 50% das companhias mais ricas do mundo. Aprovado por 80% dos gestores C-Level, amplamente utilizado por analistas, técnicos e diretores. Uma linguagem simples e direta que envolve todas as áreas da organização. Se você está procurando uma certificação para chamar de sua, comece pela Extreme Go Horse



Esse framework foi elaborado por uma equipe de desenvolvedores internacionais, trabalhando remotamente analisando dados de mais de 2.000 empresas, todas multinacionais de Enterprise até MSP, em meados da década de 80 e continua atualizado até hoje. Ela segue alguns princípios básicos, a saber:


I. Originalidade: Esqueça os padrões, faça à sua maneira, o importante é funcionar;


II. Velocidade: Just-in-Time, só existem erros quando eles aparecem;


III. Adaptabilidade: o sistema se adapta à quaisquer erros que sejam cometidos, quanto mais se erra, mais se utiliza XGH;


Esse processo passa por 5 etapas comumente conhecidas e amplamente utilizada, a saber:



Invejosos dirão que são as etapas do luto

Primeiro é necessário isolar o problema, para isso é interessante analisar a causa raiz, a causa raiz pode ser a pessoa que reportou o problema, o sistema que debugou o erro ou até mesmo o documento relatando o empecilho. Seja qual for a origem elimine-a: demita a pessoa, troque o sistema ou queime o documento, o importante é sumir com o erro.


Depois vem a etapa de divergência, é nela que normalmente os membros irão discutir as ideias e chegar a um consenso. Nessa etapa é importante menosprezar o bom senso, e privilegiar a hierarquia, afinal se se você está pensando então já não é Extreme Go Horse. É fundamental para atingir o consenso que se utilize da técnica de carteirada, onde vence aquele de “mais alta patente”. Se não chegar em consenso repita a primeira etapa do processo.


Eliminado o problema e encontrado o consenso, a equipe deve passar para a etapa de negociação, é nessa etapa que os membros irão negociar as condições de prazos para a condição “To be”. Nessa etapa o a equipe pode negociar dentro de duas áreas de cronograma: “Para ontem” e “Assim que puder”. A equipe que optar “para ontem” terá o privilégio do stress aumentando a adrenalina e garantindo a (falta de) qualidade do trabalho. Já aqueles que optam pelo “assim que puder” serão cometidos pela Síndrome do Estudante.


Após a negociação dos prazos passa-se a realizar uma análise profunda dos entregáveis. Nessa análise surge um profissional fundamental para o Extreme-Go-Horse: o Psicólogo. Dada a complexidade abraçada pelo XGH é comum que ao contemplar o trabalho realizado surja nos professionais depressões e síndrome do pânico que serão guiadas e tratadas pelo Psicólogo.


Ao final temos a última etapa do nosso processo: aceitação. Nessa etapa a equipe contempla que o resultado final de seu trabalho, é ali onde a equipe faz as promessas de refactoring, contempla os work-around e o sistema funcionando, sem funcionalidade, o processo rodando sem engrenagens, a coisa acontecendo mesmo quando o fracasso é um fato consolidado. Afinal de contas, “aqui as coisas funcionam diferente” é uma verdade a ser abraçada por todos, não se precisa de framework quando se tem Xtreme-Go-Horse.


No final das contas apenas existem 3 formas de se fazer uma coisa: a certa, a errada e a Extreme Go Horse, que é igual à errada, só que mais rápida.

XGH é na verdade uma alegoria à utilização desvirtuada de frameworks e boas práticas, vulgarmente adaptada a realidades que não configuram as bases necessárias para essas utilização, e que quase sempre cria uma “boa prática” impraticável.

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